Conheça a jornada do Capitão Cook no pacifico

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Ninguém explorou uma parcela maior da superfície terrestre do que o capitão James Cook (1728-79), e é impossível ignorar esse legado ao viajar pelo Pacífico. Num navio carvoeiro adaptado, o Endeavour, Cook velejou para o Taiti e então se tornou o primeiro europeu a pisar na Nova Zelândia e na costa leste da Austrália.

O navio quase afundou após bater na Grande Barreira de Corais, praticamente metade da tripulação morreu de doença ou acidentes, mas o Endeavour conseguiu voltar para casa em 1771, com incríveis relatos de curiosidades exóticas.

Animado, Cook voltou a viajar de 1772 a 1775, tornando-se o primeiro navegante a atingir o Círculo Polar Antártico e soterrando o antigo mito de que havia um vasto continente habitável em torno do polo sul. Cook também atravessou o Pacífico da Ilha de Páscoa à Melanésia, mapeando dezenas de Ilhas no caminho.

Em sua última viagem, de 1776 a 1779, ele estava determinado a encontrar a Passagem Noroeste entre o Atlântico e o Pacífico, tornando-se o primeiro europeu a visitar o Havaí, antes de costear o oeste da América do Norte entre o Oregon e o Alasca.

Forçado a recuar por causa da camada de gelo do Ártico, ele voltou ao Havaí, onde os ilhéus inicialmente o saudaram como um deus polinésio e depois o mataram.

Em uma só década de descobertas, Cook havia preenchido o mapa do Pacífico e, como lamentou um navegador francês, “deixou seus sucessores com pouco por fazer além de admirar suas façanhas’: Hoje, a maioria dos visitantes no Pacífico evita a estação das chuvas, quando ela vem em pancadas isoladas ou em dilúvios sazonais.

Como a região fica nos trópicos, a temperatura não varia muito — é sempre quente —, mas durante a estação úmida as coisas podem ficar desconfortáveis por causa da combinação de calor, umidade e chuva persistente.

Também é a época dos ciclones, e alguns lugares podem ficar inacessíveis. Por outro lado, nessa época a chuva cai sempre à noite e a região não é tão procurada pelos turistas.