Visite o Museu da Casa Natal de Amelia Earhart, em Atchison, Kansas

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Em 1932. Amelia Earhart, 34 anos, se tornou a primeira mulher a atravessar o Atlântico pilotando um avião sozinha e sem escalas. Cinco anos depois, ela partiu para se tornar a primeira mulher a voar ao redor do globo, dessa d vez com um navegador, Fred Noonan.

Em 21 de maio de 1937, ela decolou de Oakland. na Califórnia. para a primeira etapa de uma viagem que a levaria dos EUA à Nova Guiné, passando por América do Sul, África, Índia, Sudeste Asiático e Pacífico.

A mera listagem das escalas nesse monumental trajeto de 35 mil km já dá uma ideia da façanha que foi essa viagem: Burbank, Califórnia; Tucson, Arizona: Nova Orleans, Louisiana; Miami, Flórida; San Juan, Porto Rico; Cumaná. Venezuela; Paramaribo, Suriname; Fortaleza, Ceará; Natal, Rio Grande do Norte; St. Louis, Senegal: Dacar, Senegal; Gao, Mali; N’Djamena, Chade: Al Fashir, Sudão; Cartum, Sudão; Massawa, Etiópia.

Em 2 de julho de 1937, ela partiu de Lae com destino à ilha de Howland, última etapa da viagem. Mas ela nunca chegou — o avião desapareceu sem deixar rastros. Esse sumiço motivou muitas teorias sobre o que teria acontecido: teria sido derrubada pelos japoneses, mantida prisioneira em Saipan e executada como espiã?

Seria Noonan um alcoólatra inveterado, que comprometeu fatalmente a missão com seu comportamento errático? Ah, claro, existe a tradicional teoria dos óvnis, obrigatória em casos de pilotos desaparecidos.

La vai: Earhart estaria a serviço da inteligência americana. Isso a teria levado a fazer contato com uma nave extraterrestre, que causou um defeito no momento do contato ou deliberadamente a derrubou. dependendo do teórico da conspiração em quem você acredita.